É incorreta a afirmação do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, publicada em manchete hoje no jornal “O Estado de S.Paulo” (“Por que São Paulo precisa reajustar IPTU com R$ 8 bi em caixa?”, Metrópole A27).
A administração entende que não é por mal, mas a afirmação denota desconhecimento a respeito de finanças públicas por parte da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. A Prefeitura tem R$ 7,1 bi em caixa, dos quais R$ 4,6 bi são recursos vinculados, como operações urbanas que são acompanhadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ou fundos específicos, como o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fumcad). O restante, R$ 2,5 bi, se referem ao fluxo de pagamentos normal da Prefeitura, que inclui por exemplo, o pagamento mensal da folha de pagamento e, neste mês, o provisionamento para pagamento do 13º salário dos funcionários. Certamente, a Fiesp não está propondo cortar os salários dos trabalhadores para evitar o cumprimento da lei de atualização da PGV e da decisão do TJ-SP.
Leia mais aqui sobre IPTU 2015 e devolução do IPTU 2014.
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Paulo
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