O velho Estadão acaba de inovar, agora nas regras da Física. Reportagem publicada na edição de sábado, dia 14, em sua página A23, informa que o prefeito Fernando Haddad “esvazia a Controladoria do Município”. Como é possível esvaziar o que não está cheio? Na linha fina abaixo do título o equívoco continua: “Prefeitura vai diminuir quadro de servidores responsáveis por descobrir irregularidades fiscais; culpa seria da crise econômica”.
Trata-se de mais um equívoco da editoria de Metrópole do jornal. A própria reportagem esclarece, e a Secretaria de Comunicação da Prefeitura também esclareceu, que não houve um congelamento de vagas na CGM, mas, apenas uma reprogramação no calendário de contratação, que será concluído até o final de 2016. Hoje são 35 funcionários. Nos próximos dias ela dobrará de tamanho com a contratação de 35 novos auditores.
A reportagem revela ainda que apesar de ter poucos funcionários, a atuação da Controladoria “foi responsável pela descoberta de uma série de fraudes em licitações e práticas irregulares. Em quatro anos de existência o órgão divulgou o resultado de 28 auditorias”, como afirmam os repórteres Bruno Ribeiro e Edison Veiga. Além da informação de que entre 2013 e 2015, a CGM foi responsável pela recuperação de R$ 270 milhões em recursos desviados de diversos órgãos municipais. Faltou, é claro, esclarecer que os desvios ocorreram em gestões anteriores.
Qual é o objetivo da reportagem do Estadão? Informar? Certamente que não. Apenas contrariar uma norma da física e produzir desinformação. Não é a primeira vez que o veículo da dinastia Mesquita faz isso. E não aceita cartas ou comunicados de esclarecimentos.
Secretaria de Comunicação da PMSP
Friday, February 12, 2016
Nota de esclarecimento
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